Hoje terminei o dia encontrando este antigo blog, me lembrei do endereço
eletrônico e resolvi digitá-lo no navegador: “quem sabe ainda esteja
disponível...”. Não me recordava quanto tempo havia passado desde o último texto
e acabei me admirando com a habilidade que possuía com as palavras, certamente
este novo texto não terá tal qualidade, o que é muito curioso, visto que de lá
para cá estudei tanto, vivi tantas experiências, enfim... por falar em
experiências, quantas deixei de escrever aqui, gostaria de tê-las salvas agora.
A grande questão que me veio a tona foi, por que deixei de lado essa minha velha
paixão pela escrita, me lembro que quando criança gostaria de ser um escritor,
mas a vida tem as suas oportunidades (ou falta delas), no meu caso realmente
pareciam oportunidades e nenhuma delas direcionava para o mundo dos textos e por
conveniência ou talvez com o intuito de ter o melhor futuro possível acabei
deixando latente esse meu velho sonho.
Segui pro lado dos números, a matemática
me trouxe várias oportunidades e por ali segui... o mais engraçado é que no fim
nem utilizei dela e precisei buscar outras oportunidades, mas esses são detalhes
para outro momento, não vai ser fácil colocar em dia 15 anos de ausência, meu
caro leitor. Se é que alguém algum dia irá ler este texto.
Bom, fato é que meu
eu de 2011 nunca imaginaria onde cheguei, não que eu veja como algo bom ou como
uma superação, pelo contrário, acredito que ele sonhava tanto que se
decepcionaria, mas aquela era outra pessoa, este que aqui escreve se encontra
feliz, apesar de todos os tropeços, e ainda busca mais, um pouquinho a mais,
talvez para ter a paz de voltar a se dedicar a este velho hobbie.
Tenho muito
papo para ser colocado em dia com aquele velho amante das palavras, aquele
menino despretensioso que não se importava tanto em estar adequado a gramática e
ortografia, mas que escrevia leve e sem medo, deixando apenas fluir o que lhe
vinha a mente.
Hoje é um grande dia. Aaah, com é bom estar de volta, ainda temos
tanto para viver, tanto para ser colocado no papel, tantas crônicas da vida.
Reais? Talvez. E como era de se esperar não tenho aquela habilidade de criar um
grande desfecho, então por hora, ficamos por aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário